* Peça o livro pela Global Editora
> Selecionado para exposição e catálogo: 1ª Bienal Continental das Artes Indígenas Contemporâneas, Museu Nacional da Cultura Popular, Cidade do México, 2012
> Jóty, le tamanoir
Em francês (col. P'tit Cipango)
Mas, faltou festa!

Os Kaingáng já tinham muitos conhecimentos sobre suas origens, plantas e animais. Vãngri Kaingáng e Mauricio Negro recontam, através de palavras e pinturas acrílicas feitas à quatro mãos, como os Kaingáng conseguiram aprender os segredos do canto, da dança e da música para celebrar a união harmoniosa entre as metades.
Os Kaingáng vivem em mais de trinta Terras Indígenas, distribuídas em quatro estados brasileiros do sul e do sudeste, que representam apenas uma pequena parte de seus territórios tradicionais. Foram pelos europeus contatados já no séc. XVI. Mas a partir do séc. XVIII, suas terras foram cobiçadas e invadidas. Apesar disso, os Kaingáng mantém hoje sua estrutura social, crenças, rituais, arte, mitos, saberes e identidade. Parte dessa riqueza está registrada no livro.

Com uma certa dose da amargor, Vãngri Kaingáng concedeu uma entrevista à antropóloga e escritora Deborah Goldemberg sobre o impacto da interferência humana no planeta. Vale considerar que os Kaingáng, entre os mais populosos povos indígenas, mantém contato com os não indígenas há séculos e muito já sofreram com o processo de degradação ambiental em seus territórios.
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